
Rebeca, vendo-se de novo junto de Ivanhoe, ficou surpreendida pela viva emoção de prazer que experimentava, apesar de tudo quanto a cercava só lhe anunciar perigo e lhe incutir desespero. Tomando-lhe o pulso e informando-se do estado da sua saúde, a mão tremia-lhe e a voz era tão terna que bem mostrava sentir-se mais impressionada por ele do que a si própria queria confessar.
E só esta simples pergunta do ferido, «Sois vós, bondosa jovem?», a fez voltar a si, obrigando-a a recordar-se de que o sentimento que sentia não era nem podia ser partilhado.(…)”
Walter scott, Ivanhoe #2.
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