“(…) Tudo é prisão em minha volta; encontro a prisão sob todas as formas, sob a forma humana, como sob a forma de grade ou de ferrolho. Este muro, é prisão em pedra; esta porta, é prisão em madeira; estes carcereiros, é prisão em carne e ossos. A prisão é uma espécie de ser horrível, completo, indivisível, metade casa, metade homem. Eu sou sua presa; ela me encobre, me enlaça com todas suas dobras. Me trancafia nas suas muralhas de granito, me aferrolha sob as fechaduras de ferro e me vigia com seus olhos de carcereiro. (…)”
Víctor Hugo, O Último Dia de Um Condenado #1.
Víctor Hugo, O Último Dia de Um Condenado #1.








